
8 Va a este site Pública Não é Por ti
Rio – Um mês depois de manifestar que a vereadora Marielle Franco (Psol) “estava engajada com bandidos”, a desembargadora Marília Castro Neves publicou uma carta pedindo desculpas à vereadora, nesta quarta-feira. O texto é direcionado à professora Débora Seabra. No mês passado, a magistrada questionou como professores com Síndrome de Down poderiam ensinar em sala de aula.
Em conexão à vereadora, a magistrada pediu desculpas e admitiu que reproduziu as informações da Web sem checar antes a veracidade. Clique No Link , a desembargadora bem como alegou o deputado federal Jean Wyllys (Psol). Numa publicação em mídia social, ela havia afirmado que o parlamentar merecia ir para um paredão (de fuzilamento) “a despeito de não valha a bala que o mata”.
A respeito da post, na data, Marília alegou que fez “uma ironia com o suporte declarado do deputado ao regime cubano” e que não defende “o paredão”. Estou escrevendo pra agradecer a carta que você me ordenou e lhe narrar que tuas expressões me fizeram pensar muito. Muito mais do que as centenas de ataques que recebi nas últimas semanas.
Desculpe a demora na resposta mas eu precisava nesse tempo. Tenho sofrido muito desde que fui atropelada pela divulgação de comentários meus, Concurso Prefeitura De Itanhaém 2018, Confira Detalhes E Sugestões De Estudo em grupos privados – restritos a colegas da magistratura. https://www.b2bcursos+online.net/search/gss/cursos+online uma pessoa resolveu torná-los públicos. Alguns haviam sido postados há tanto tempo que eu nem ao menos me lembrava deles. A influência foi imensa. Desde desse jeito decidi http://de.pons.com/übersetzung?q=cursos+online&l=deen&in=&lf=en . Chorei, fui abraçada e pensei muito. Minhas posições pessoais jamais interferiram nas minhas decisões, conhecidas por serem técnicas e, portanto mesmo, quase a toda a hora acompanhadas unanimemente pelos meus colegas de turma julgadora.
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- 4 – Faça muitos exercícios e simulados
- 4° Passo: Escreva resumos (de preferência à mão) de tudo o que estiver sendo lido e grifado
- Ficar angustiado ou nervoso com a prova antes mesmo dela acontecer
- Leandro Disse
- Ricarso disse: 24/07/11 ás 23:45
- quarenta quatrorze “Homem Mantido”
Hoje, entretanto, percebi que, ainda que meu corpo humano despe a toga, a mesma me acompanha aonde eu for. As considerações pessoais de um magistrado, uma vez divulgadas, sempre terão peso, pouco importando ao Tribunal das redes sociais que tenham elas sido faladas em caráter público ou privado e que posição não seja sentença.
Magistrados assim como erram e, quando o executam, incumbe-lhes desculparem-se. Esta carta é justamente isso: um pedido de perdão. Perdão, Débora, por ter julgado, há 3 anos atrás, ao ouvir de relance, no rádio do veículo, uma notícia pela Voz do Brasil, que uma professora portadora de Síndrome de Down seria incapaz de aconselhar. Você me provou o inverso.
Aproveito o ensejo para também me desculpar à memória da vereadora Marielle Franco por ter reproduzido, sem analisar a veracidade, dicas que circulavam pela web. simplesmente clique na página seguinte insinuações, assim como sem provas, na rede social de um colega aposentado, de que os autores seriam policiais militares ou soldados do Exército, perdi a chance de permanecer calada. Nesses tempos de fake news necessitamos ser cuidadosos. Estendo esta reflexão ao deputado Jean Wyllys. Sempre me oporei às suas idéias e às do PSOL, nada mudará isto, todavia é evidente que não desejo mal à ninguém.