Sidis descreveu a língua em seu segundo livro, chamado Livro de Vendergood (Book of Vendergood), que ele escreveu no momento em que ainda era uma menina. Aparentemente, a língua era baseada principalmente no latim, porém bem como teve influências do alemão e do francês, tal como de outras línguas românicas. Ela fazia a distinção entre oito diferentes conjugações: indicativo, potencial, imperativo absoluto, subjuntivo, imperativo, infinitivo, optativo, além de uma fabricação gramatical de Sidis: forceável (inglês: strongeable). Amevo (-)ne the neania? Você aparecia o garoto? The toxoteis obscurit. O arqueiro obscurece. O que você aprende? Obscureuo ecem agrieolai. Obscureço dez agricultores. Wallace, Amy, The Prodigy: A biography of William James Sidis, America’s Greatest Child Prodigy, New York: E.P.
De 2006 a 2009, essa média subiu para 646. De 2010 a 2013, chegou a 783. A concentração empresarial está acontecendo no mundo inteiro, em todos os setores da economia. A título de exemplo: no fim dos anos 50, a França tinha 20 montadoras de automóveis. Hoje, somente duas (Renault e Peugeot-Citroën), que foram absorvendo as demasiado. Na Itália, eram 19. Hoje, só uma (Fiat). Pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, em Zurique, estudaram as quarenta e três 1 mil maiores corporações do universo – e mapearam todas as relações entre elas. Descobriram que um grupo muito pequeno manda em uma quota amplo da economia global.
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“1% das corporações controla 40% de toda a rede”, diz James Glattfelder, um dos autores do estudo. A concentração empresarial não é obrigatoriamente péssimo, todavia podes ser. Imagine se só existisse uma marca de creme dental, por exemplo. Ela poderia cobrar bem caro e você seria agradeço a pagar, porque tem que escovar os dentes.
Na prática, isso não tem acontecido. O mercado brasileiro de cerveja, tendo como exemplo, é dominado pela AmBev (que tem 67,5%). Ela surgiu da fusão entre Brahma e Antarctica, as duas maiores cervejarias do País. Mas desde que foi desenvolvida, em 1999, os reajustes no valor da cerveja estiveram próximos da inflação, sem aumentos abusivos.
“Hoje a concorrência é muito superior do que no passado”, diz o economista Rogério Gollo, especialista em fusões e aquisições da PwC. Com os carros, aconteceu a mesma coisa. Mesmo havendo menos fabricantes, os preços não subiram. A concentração empresarial não está doendo no teu bolso, pelo menos não ainda. Mas uma coisa está.
Os impostos. Quando pensamos neles, somos acostumados refletir no governo: o dinheiro que ele arrecada e os serviços públicos, como saúde e educação, que oferece em troca. O que pouca gente sabe é que, no Brasil, os ricos pagam proporcionalmente menos impostos do que o resto da comunidade. Soa fantástico, entretanto é verdade.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra o que acontece. Uma pessoa que ganha 2 salários mínimos por mês gasta 53,9% da tua renda com impostos, que estão embutidos nos produtos que ela compra. Necessita de trabalhar 197 dias por ano só pra pagar impostos. Já uma pessoa que recebe trinta salários mínimos paga só 29% – e trabalha 106 dias, quase a metade do tempo, para suportar o governo (veja quadro na página ao lado). Isso ocorre pelo motivo de, ao contrário do que acontece em países construídos, os impostos brasileiros estão mais concentrados nos produtos que as pessoas compram, e não no dinheiro que elas ganham.
E essa característica é uma máquina de gerar diferença: em razão de os impostos tomam mais dinheiro daqueles que menos têm. “Isso onera os mais pobres, resultando-os mais pobres ainda”, diz Evilásio Salvador, da Universidade de Brasília. É o que os economistas chamam de Efeito Mateus (uma fonte à passagem bíblica Mateus 25, 14-30: “Porque àquele que tem lhe será dado, e terá em abundância; todavia ao que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado”).