Muita gente se pergunta quais são as diferenças entre trabalhar com marketing, publicidade e propaganda. Há quem acredite que é tudo a mesma coisa e quem tem pela ponta da língua o que difere cada uma das áreas. Obviamente, o professor de marketing dos cursos de MBA da FGV e diretor do Canal Vertical, Roberto Kanter, faz divisão do segundo grupo. Durante discussão com o NaPrática.org, Roberto nos ajudou a voltar a algumas definições pra explicar a diferença teórica entre estas disciplinas.
Entender publicidade e propaganda como ferramentas que o marketing utiliza pra promover produtos ou serviços. Como o próprio nome imediatamente aponta, tem o papel de propagar, anunciar e construir condições pra que o mercado conheça o serviço ou produto da empresa. Ela engloba desde comunicação em massa, feita numa propaganda pela televisão ou em um anúncio de jornal até ações de nicho, como panfletagem numa praça ou a montagem de um stand de degustação no hipermercado.
“Sempre que existir uma ação paga voltada a anunciar o serviço ou produto você está necessariamente fazendo propaganda”, fala Roberto. É a comunicação presumivelmente espontânea. Para Daniel Brito, diretor de fabricação da FCB Brasil, “olhar através do universo do consumidor” é o principal desafio pela vida de um publicitário, que precisa atender contas e universos diferentes, mergulhar e estudar sobre isto cada um deles. “Isso é para que pessoas gosta da meio ambiente humana, é um permanente estímulo de venda, onde sempre podemos que a campanha atinja os objetivos comerciais que foram planejados pelo marketing.
A mensagem tem que ser compreendida, gostada, compartilhada e memorável”, conta. Orientação ProfissionalDesign Gráfico ou Publicidade? É qualquer coisa muito global, que envolve a empresa como um todo. Produção, canais de vendas, escolha do mix ideal do portfólio de produtos. O marketing está diretamente envolvido com a estratégia corporativa”, fala Roberto. Relacionamento com todos os stakeholders que interessam ao negócio. Há ainda um campo hoje indispensável e tremendamente dinâmico: o marketing digital. Os profissionais que trabalham com publicidade ou propaganda tendem a ter um cérebro mais criativo.
De alguma mandeira, eles são artistas. “Vejo a publicidade mais adequada pra perfis descontraídos, facilmente pela construção de relacionamentos pessoais e na formação de avaliação. Já a propaganda tem de especialistas, com uma visão mais introspectiva”, destaca Roberto. No marketing o que prevalece é o equilíbrio entre o racional e o emocional. Existem faculdades mais generalistas, em que matérias de ambas as áreas são vistas e algumas com focos específicos e determinados.
Quem cursa administração ou comunicação tem uma tendência superior em acompanhar a carreira no marketing e poderá até mesmo optar por universidades que tenham uma grade curricular mais voltada pra área. Por outro lado, se a universidade é de comunicação com habilitação em jornalismo o mais comum é escoltar a trajetória da publicidade. Quem quer trabalhar com propaganda geralmente faz Design ou o respectivo curso de Publicidade e Propaganda.
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Este artigo foi montado com a visão de reconhecer as regras teóricos e práticos com conexão aos princípios de gestão democrática montado no interior da faculdade. Muito tem se falado sobre isso tal ocorrência e insuficiente tem se resolvido, dessa maneira procuramos encontrar juntos os princípios básicos de uma robusto gestão democrática, elementos esses consideráveis e relevantes para o excelente funcionamento de nossa entidade. A liberdade em uma gestão democrática é restrita?
Qual o princípio que orienta a gestão democrática no fato escolar? Como a independência é abordada pela concepção da gestão democrática? Os elementos constitutivos da gestão democrática estão sendo válidos? Que critérios são estabelecidos e utilizados pra eleger um líder? A intenção e preocupação que tínhamos no momento para favorecer com nossas aprendizagens momentânea, projeto este que teve e está tendo muito motivo e ensinamentos para nós.
Libâneo et al (2003), ao discutirem as concepções de organização e de gestão escolar, afirmam que estas assumem diferentes modalidades conforme a concepção que se tenha das finalidades sociais e políticas da educação em relação à geração dos alunos. E, desse fato, situam duas concepções: a técnico-científica e a sociocrítica.